Treinamento prático | Dispositivos médicos

Sua documentação técnica pode estar completa.
E ainda apresentar fragilidades regulatórias.

Entenda como conectar avaliação biológica, evidências clínicas e gestão de risco às novas ISO 10993-1:2025 e ISO 14155:2026 para construir decisões e justificativas tecnicamente mais sustentadas.

Com a Dra. Juliane Rossato|3 horas

Entrar no grupo oficial do treinamento

No grupo oficial você recebe os materiais de preparação, a data e as condições de participação.

Identificação

Você provavelmente já viveu isto.

Os ensaios foram realizados.

Mas o critério que levou até eles não está registrado.

Os documentos existem.

Cada um conta uma versão diferente do mesmo dispositivo.

A avaliação biológica foi feita.

Sem vínculo explícito com os perigos levantados na gestão de risco.

Há evidência clínica reunida.

Nem sempre ela responde ao uso pretendido que consta no dossiê.

Na análise, o que aparece não é a falta de conteúdo. É a falta de nexo entre as partes.

Exigências, revisões e atrasos raramente nascem de pouco trabalho. Nascem de decisões tomadas isoladamente.

Integração

Cada peça faz sentido sozinha. O conjunto precisa fazer sentido junto.

01

Normas

  • ISO 10993-1:2025
  • ISO 14155:2026
  • ISO 14971

02

Evidências

  • Relatório de avaliação biológica (BER)
  • Relatório de avaliação clínica (CER)

03

Regulação

  • Dossiê técnico
  • Análise da ANVISA

Estratégia
Regulatória

Ter os documentos é o mínimo.
O que sustenta uma submissão é a linha de raciocínio entre eles.

Mecanismo

O caminho que liga uma decisão técnica ao dossiê.

  1. 01

    Uso pretendido

  2. 02

    Perigos e riscos identificados

  3. 03

    Planejamento da avaliação biológica

  4. 04

    Evidências disponíveis e lacunas

  5. 05

    Justificativas das decisões

  6. 06

    Relatórios de avaliação biológica e clínica

  7. 07

    Dossiê técnico

  8. 08

    Submissão à ANVISA

No treinamento, cada etapa é lida como consequência da anterior. É essa leitura que evita entregáveis que se contradizem.

Decisões reais

As perguntas que aparecem no dia a dia.

01

Como partir dos riscos do dispositivo para planejar a avaliação biológica?

02

Em que situações uma investigação clínica se torna necessária?

03

O que precisa constar em uma justificativa para que ela se sustente?

04

Quando um dado já existente é suficiente e quando ele deixa uma lacuna?

05

Como ligar os relatórios de avaliação biológica e clínica à gestão de risco?

06

Como organizar o dossiê para que ele seja lido como uma linha de raciocínio?

07

Onde estão as fragilidades que costumam gerar exigência e retrabalho?

ISO 10993-1:2025

Avaliação biológica é uma decisão de raciocínio antes de ser uma decisão de ensaio.

01

Entender

Uso pretendido e contato com o corpo

Comece pelo dispositivo, não pela lista de ensaios.

A natureza e a duração do contato, somadas aos perigos já mapeados na gestão de risco, definem o que realmente precisa ser investigado.

  • 01Natureza e duração do contato
  • 02Perigos biológicos associados ao uso pretendido
  • 03Conexão com a gestão de risco da ISO 14971
  • 04Planejamento da avaliação biológica

02

Avaliar

Evidências, lacunas e justificativas

Leia o que as evidências disponíveis já respondem.

Parte das respostas costuma existir em dados de caracterização química e em avaliação toxicológica. O trabalho técnico está em separar o que já está coberto do que permanece em aberto.

  • 01Caracterização química
  • 02Avaliação toxicológica
  • 03Identificação de lacunas de informação
  • 04Justificativas para as decisões tomadas
  • 05Alternativas à realização de ensaios em animais

03

Documentar

Relatório de avaliação biológica (BER)

Documente a lógica da avaliação biológica.

Reúna decisões, evidências e justificativas em um relatório coerente, ligado à gestão de risco e às lacunas identificadas ao longo da avaliação.

Uma avaliação biológica consistente não começa na lista de ensaios.

Começa na interpretação das evidências, dos riscos e das lacunas.

ISO 14155:2026

A pergunta não é se existe estudo. É o que aquele estudo comprova.

  • A evidência disponível se aplica a este dispositivo?

  • Ela responde ao uso pretendido declarado?

  • A literatura reunida cobre as questões em aberto?

  • Uma investigação clínica é necessária neste caso?

  • A equivalência clínica alegada se sustenta tecnicamente?

Temas abordados

Investigação clínica
Boas práticas clínicas
Evidências clínicas
Relatório de avaliação clínica (CER)
Literatura científica
Equivalência clínica
Pós-comercialização
Acompanhamento clínico

A qualidade da leitura clínica se reflete diretamente na solidez do dossiê inteiro.

DMH Educação apresenta

Treinamento Prático: Como Adequar seu Dispositivo Médico às Novas ISO 10993-1:2025 e ISO 14155:2026

Avaliação biológica e investigação clínica conduzidas a partir da gestão de risco, com aplicação em situações reais.

3 horas | Conteúdo aplicado

Voltado a quem precisa decidir: o que investigar, com base em quê, e como registrar o raciocínio que levou até cada decisão sobre um dispositivo médico.

Conteúdo

Os quatro blocos das 3 horas.

01

Enquadramento regulatório na ANVISA

  • RDC nº 751/2022
  • Classificação de risco
  • Requisitos de registro e notificação
  • Composição da documentação técnica
  • O que muda conforme a classe de risco
02

Avaliação biológica

  • ISO 10993-1:2025
  • Ponto de partida na gestão de risco
  • Planejamento da avaliação
  • Caracterização química
  • Avaliação toxicológica
  • Justificativas das decisões
  • Relatório de avaliação biológica (BER)
03

Evidências clínicas

  • ISO 14155:2026
  • Quando investigar clinicamente
  • Leitura crítica da literatura
  • Equivalência clínica
  • Relatório de avaliação clínica (CER)
  • Acompanhamento pós-comercialização
04

Integração e dossiê

  • Ligação entre risco, biologia e clínica
  • Vigilância pós-mercado
  • Estruturação do dossiê técnico
  • Fragilidades observadas em processos reais
  • Estudos de caso comentados
Resultado

Sair com critério de decisão, não apenas com requisitos memorizados.

Ao final, o participante tende a estar mais preparado para:

  • 01

    Interpretar os requisitos discutidos no treinamento diante de um caso concreto

  • 02

    Planejar a avaliação biológica a partir da classe de risco e do uso pretendido

  • 03

    Reconhecer quando um dado já existente responde a uma questão em aberto

  • 04

    Fundamentar justificativas de forma que elas se sustentem na análise

  • 05

    Relacionar os relatórios de avaliação biológica e clínica à gestão de risco

  • 06

    Identificar as fragilidades que costumam gerar exigência e retrabalho

Dra. Juliane Rossato, biomédica e doutora em Ciências da Saúde
Instrutora

Quem une pesquisa, clínica e regulação na mesma leitura.

Dra. Juliane Rossato

Biomédica · Doutora em Ciências da Saúde (PhD)

Mais de 20 anos em pesquisa científica, desenvolvimento tecnológico e regulamentação sanitária, com atuação direta em pesquisa clínica, avaliação biológica e assuntos regulatórios de dispositivos médicos.

O conteúdo não vem da leitura de uma norma. Vem de quem convive com essas decisões na rotina.

Para quem é

Se essas decisões passam pela sua mesa, o treinamento foi desenhado para o seu contexto.

Assuntos Regulatórios

Pesquisa e Desenvolvimento (P&D)

Garantia da Qualidade

Pesquisa Clínica

Engenharia Biomédica

Fabricantes de dispositivos médicos

Importadores e distribuidores

Consultores regulatórios

Equipes envolvidas na regularização de produtos

Diferenciais

Conhecer a norma é o ponto de partida. Aplicá-la é o trabalho.

Contexto brasileiro

Discussão orientada pela realidade de análise da ANVISA.

Casos reais

Situações concretas, com o critério de decisão explicado passo a passo.

Leitura conjunta

ISO 10993-1:2025, ISO 14155:2026, ISO 14971 e RDC nº 751/2022 discutidas em relação umas com as outras.

Documentos em contexto

Relatórios de avaliação biológica e clínica lidos junto do dossiê e da gestão de risco.

Vivência de mercado

Condução por profissional com mais de 20 anos de atuação no setor.

O próximo passo é o grupo oficial.

É por lá que a DMH Educação libera os materiais de preparação e todas as informações do treinamento.

  • Materiais de preparação
  • Data e horário
  • Valor de participação
  • Abertura das inscrições
  • Orientações de acesso
Entrar no grupo oficial do treinamento

Você será direcionado ao grupo oficial do treinamento no WhatsApp.

FAQ

Antes de entrar no grupo.

São 3 horas de treinamento.

RiscoAvaliaçãoEvidênciaJustificativaDossiê

Normas podem ser lidas separadamente.
Uma submissão precisa ser lida como um todo.

Acompanhe pelo grupo oficial o treinamento conduzido pela Dra. Juliane Rossato.

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